terça-feira, 17 de maio de 2016

Do Arco da velha: E.C.Minuano 1993


Nosso blog apresenta uma foto do E.C. Minuano, que no início dos anos 90 chegou a ser campeão do Citadino. O registro é do ano de 1993. O time base era o seguinte: Geovane, Ti, Milton, Tim e Alemão; Bozó, Daniel e Garrincha; Leoncio, Vilson e Cezinha.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Grandes craques do futebol amador: Rogério Cabeça, o grande capitão.



   Rogério Karls nasceu em Santa Cruz, é um dos mais novos entre os nove irmãos da família Karls, duas mulheres e sete homens. Uma característica familiar chama a atenção e, também, explica o sucesso que Rogério teve nos gramados: todos os sete irmãos jogaram futebol.
  No entanto, o craque da família sempre foi Rogério, que generosamente ganhou o apelido de "Cabeça", coisa que ninguém escapa quando se aventura no mundo do futebol....
  Rogério Cabeça foi um daqueles craques que enriqueceram a história do nosso futebol amador, aliás, não só do amador, como do futebol da cidade de Santa Cruz do Sul, pois, antes de pisar nos gramados do interior, Rogério fez história vestindo a camisa do FC Santa Cruz,  EC Avenida, Caxias e de outros clubes profissionais.
  Rogério Cabeça é "apenas" o maior artilheiro da história do Avenida, com quase cem gols marcados. É, também, um dos goleadores do clássico Ave-cruz, partida em que sempre foi o grande destaque.
  Dos tempos de Caxias, Rogério faz questão de mostrar aos amigos uma foto com um ex-companheiro de time: Tite, técnico multi-campeão pelo Corinthians.
  No futebol amador, Rogério Cabeça fez história disputando quatro finais seguidas do campeonato municipal de Santa Cruz (1992/1993/1994/1995), todas como capitão. Venceu três: em 1992 com o Rio Pardinho, em 1993 com o Irmãos Coragem e, em 1995 com o Castro Alves.
  Além desses títulos, Rogério Cabeça ainda ganhou mais dois municipais, 3 citadinos e inúmeros campeonatos em Vale do Sol, Candelária, Sinimbu, Monte Alverne e Vera Cruz.
  Quanto ao time do coração no futebol amador, Rogério destaca dois em especial: o Castro Alves e o Flamengo do Arroio Grande.
  Rogério Cabeça fez parte de grandes esquadrões do futebol santa-cruzense; Irmãos Coragem, Castro Alves, Flamengo, Sinimbu, etc., no entanto, o melhor time em que jogou foi o extinto São José, da rua São José, em Santa Cruz: Mauro, Cabo, Xereco, Chicão e Zé; Ito, Carlos Nopes e Rogério; Laia, Dumoio e Xairão. Um timaço que jogou "o fino" do futebol nos anos 70, segundo o próprio Rogério.
  Alguns ex-companheiros foram unânimes em relatar que Rogério Cabeça foi o grande capitão com o qual tiveram a oportunidade de jogar. " O Cabeça era um cara impressionante. Tinha uma técnica e uma habilidade incomum e, além disso, sabia comandar o time. Jogava tranquilo enquanto o jogo pegava fogo", resume um ex-parceiro de time.
  Características que fizeram de Rogério Cabeça um dos maiores craques que já pisaram nos gramados do futebol amador....
   E, também, o fizeram entrar para a história do futebol de Santa Cruz do Sul.


Boa Vista campeão municipal em 1988: o início da supremacia.



   Criado numa parceria entre a Gazeta Grupo de Comunicações e a extinta Liga Santa-cruzense de Futebol, o Campeonato Municipal de Santa Cruz do Sul tinha como objetivo integrar os diversos campeonatos organizados pela Liga Santa-cruzense.
  O primeiro jogo da história do Campeonato Municipal foi entre São João, de Sinimbu e Rio Pardinho, com vitória da equipe de Sinimbu por 2x0, gols de Elvis e Airton.
  Ao longo dos anos o campeonato tomou corpo e cresceu, revelando grandes jogadores e ótimas equipes que foram deixando sua marca, conforme nosso blog faz questão de relembrar.
  E, desde a primeira edição, uma equipe fez de tudo para, merecidamente, deixar seu nome na história do maior campeonato amador de nossa região: E.C. Boa Vista.
   Essa trajetória de conquistas marcantes iniciou exatamente no ano de 1988, quando a equipe verde e branca ganhou o primeiro dos seus seis títulos no certame.
  Assim, nosso blog apresenta um registro histórico daquele grande time do Boa Vista, primeiro campeão municipal de futebol, no ano de 1988.
  Naquele ano, a final foi contra outra grande equipe; Formosa, de Linha Formosa, que jogou o jogo decisivo com a seguinte formação: Inho, Gilmar (Duda), Jorge Wilgues, Beto (Fernando) e Vandi; Ito, Júlio e Arceli; Castelo (Gerson), Jorge Beltran e Lipi.
  Após uma vitória por 2x0 no primeiro jogo em Boa Vista, a equipe do Boa Vista treinada por Bodega conquistou o título com uma vitória por 1x0, gol de Guido, no estádio Orlando Oscar Baumhardt.
  O time campeão jogou com Clayton, Sarará (Gilmar), Preta, João Luis e Amarildo; Adair, Guido e Euclides; Antônio ( Roni), Glênio e Alvin ( Lotário).
  Era o início da supremacia verde e branca no Campeonato Municipal....

São José, tetracampeão de Monte Alverne em 1997.


   Um registro do timaço do São José, que em 1997 conquistou de forma invicta o tetracampeonato do de Monte Alverne (1994/1995/1996/1997).
  Na final, vitória por 2x0 em cima do Juventude, que também tinha uma grande equipe treinada por Berti Metz: Airton,Vandro (Jauri), Jair, Oli e Cristiano; Enar, Piá e Toco; Zé, Nilson e Vilson (Gilberto).
  O time do zequinha, treinado por Eroni Zappe, venceu a finalíssima com a seguinte escalação: Vilson Mahl, Jairo, Nati, Clóvis e Ica; Neu, Egídio e Donário; Jean (Fio), Róbson e Clonir.

Flamengo campeão Citadino em 1996: o fim de um longo jejum.


   O título de campeão Citadino em 1996 ficou com um dos clubes mais tradicionais de Santa Cruz do Sul: o Flamengo do Arroio Grande.
  No entanto, engana-se quem acha que o rubro-negro dominava o futebol da cidade naqueles tempos.   Na verdade, a equipe vinha de um incômodo jejum de 13 anos sem o título da cidade ( aliviado, em parte, pelo título municipal de 1990, quando jogou como vice-campeão citadino de 1989).
  Mas, no ano de 1996 o Flamengo montou um dos melhores times de sua história.
 Com o aval do então presidente Carlão, o saudoso técnico Clóvis "Caboja" Garcia , técnico campeão municipal pelo Castro Alves no ano anterior, foi buscar no ex-clube a base daquele timaço: o lateral Amarildo, o zagueiro Milico, os meias Quinho, Vini e Cléber, e o grande capitão Rogério Cabeça. Caboja ainda trouxe os experientes Ari Reuter, Élson e Marcos Rivelino para juntar-se aos "pratas da casa" e montar um dos times mais técnicos que o rubro-negro já teve.
   Na final, um show de bom futebol sobre o Industrial, que contava com uma equipe bem armada pelo técnico Franscisco Lemes da Silva; João, Volnei, Édson, Leco e Márcio (Luciano); Júlio (Paulo), Lando , Nilson e João Airton (Carlos); Betinho (Luis Carlos) e Adilson.
   Placar da final: Flamengo 5x1 Industrial.
  O Flamengo foi campeão com o seguinte time: Hilário, Pingo, Sílvio, Ari Reuter e Amarildo; Rogério Cabeça, Vini (Élson), Quinho e Marcos Rivelino; Clóvis (Cléber) e Valdecir (Toninho). 
   Por ironia, aquele título marcou o fim de um jejum de 13 anos e iniciou outro que permanece até os dias de hoje; desde o ano de 1996 a equipe principal do Flamengo não conquista um título da cidade.....

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Grandes craques do amador: Medeiros, o moleque que conquistou o interior


  O futebol amador de Santa Cruz viveu o auge no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando alguns dos melhores craques de nossa história desfilaram pelos gramados da cidade e do interior.
  A qualidade dos jogadores era muito grande, sobretudo,  daqueles que atuavam no meio-campo, num tempo em que a "meia direita" e a "meia esquerda" tinham que ser reservadas aos craques do time.
  Nesta época brilharam grandes meias; Zildo, Marcos Rivelino, Valdir, Quinho, Élson, Luiz Carlos e outros.
  No entanto, a partir do final da década de 90 começou a aparecer uma "safra nova" de bons jogadores de meio-campo; Jairzinho, Sabiá, Cascão, Maravilha, Redondo, e outros.
  Entre eles, Cristiano Medeiros, um moleque bom de bola oriundo das categorias de base do Guarani de Venâncio Aires.
  Medeiros surgiu como um cometa no futebol amador de Santa Cruz do Sul, e logo foi sendo cobiçado pelas melhores equipes da região. Jogador de pouca estatura para os padrões do futebol do interior, Medeiros compensava isso com uma qualidade técnica impressionante. Não é a toa que Mano Menezes, seu técnico no juvenil do Guarani, o levou para as categorias de base do Inter, onde permaneceu por um breve período.
  No futebol amador, Medeiros fez parte de verdadeiros esquadrões  como Boa Vista, Aliança, Linha Santa Cruz e outros. Essas duas últimas, inclusive, são as equipes que nosso craque tem um apreço especial.
 E, é o Aliança, campeão municipal de 2002, que Medeiros considera um dos melhores times em que jogou; Almir, Piá, Roxo, Félix e Alan Delon; Cascão, Leandro Somavilla, Medeiros e Sabiá; Luciano André e Valdir. Um timaço treinado por Geraldo Coalhada. 
 Atuando em diversos campeonatos amadores da região, Medeiros fez história conquistando inúmeros títulos. A lista de conquistas é extensa:

- 3 municipais de Venâncio Aires, 3 municipais de Vera Cruz,3 municipais de Candelária, 3 municipais de Santa Cruz, 2 municipais de Boqueirão, 1 municipal de Rio Pardo, 1 Taça de Prata em Venâncio Aires, 3 Regionais de Santa Cruz, 3 Cinturão Verde, 1 Citadino, 1 Monte Alverne e 1 Copa Cidade, além de muitos outros títulos de menor expressão e, também, em campeonatos de futebol sete.
É muita faixa !!
Desse modo,  esse craque é um dos jogadores mais vitoriosos do futebol da região. Um futebol que ele conhece bem desde o final da década de 90, quando um bando de meninos bons de bola começou a despontar nos campos do interior de Santa Cruz.
E foi no meio dessa galera que Cristiano Medeiros se destacou como um dos melhores meias de sua geração e, talvez, um dos melhores da história do nosso futebol amador....












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Do Arco da velha: Universitário, vice-campeão Citadino em 1990/1991


  Um registro da extinta equipe do Universitário, que no início dos anos 90 foi duas vezes finalista do Citadino. No ano de 1990 o Universitário perdeu o título para o Santo Antônio e, no ano seguinte, a derrota na finalíssima foi para o Castro Alves.
  A foto é da equipe vice-campeã de 1990 ( a decisão ocorreu em março de 1991). O time-base do Universitário era o seguinte: Dinho, Buti, Elói, Mogim e Tuia; Renato, Gilson e Zé Gilmar; Bacana, Vanderlei e Sadi. O técnico era o velho Tota.

Castro Alves, campeão Citadino em 2006

 
  O último campeão do extinto campeonato Citadino de Santa Cruz do Sul ( agora o torneio chama-se Copa Cidade) foi exatamente o maior campeão da história do certame: Castro Alves.
  No ano de 2006, a equipe do bairro Senai uniu forças com alguns jogadores dissidentes do time do Faxinal Velho e montou um timaço que conquistou o hexacampeonato da cidade.
   Na final o Castro Alves venceu o Margarida por 4x1, após empate em 2x2 na primeira partida.
  O time-base era o seguinte: Kroth, Spok, Duda, Nunha e Mirinho; Kiki, Chumbinho e Cebolinha; Lilica, Luciano Bomba (Gonçalino) e Moranga. O técnico era o experiente Julio Mello.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Bolívar (pai) com a camisa da Seleção brasileira


 Apesar de ser um blog exclusivamente dedicado ao futebol amador de Santa Cruz do Sul, não poderíamos deixar de fazer este registro: uma raríssima foto da Seleção Brasileira com um atleta santa-cruzense; Bolívar (pai).
 Na foto, Bolívar é o quarto em pé, da esquerda para direita, ao lado de Falcão.
 Não sabemos se outro santa-cruzense chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira, portanto, nosso blog presta uma homenagem ao velho Bolívar, que mais tarde brilhou nos gramados do futebol amador de Santa Cruz.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Rio Pardinho vice-campeão municipal em 1990


  Um raro registro da equipe do Rio Pardinho que jogou a finalíssima do municipal de 1990.
 Em pé; Samuca, Ângelo,Délcio, Gugu, Olavo e Amarildo. Agachados; Isi, Airton, Luiz Carlos, Édson e Marquinhos.
 Um timaço que entrou para a história...

Cruzeiro de Linha João Alves, campeão do Cinturão Verde em 1999


  No final dos anos 90 o Cruzeiro de Linha João Alves montou um grande time para buscar o inédito título do Cinturão Verde.
 Em 1998 a equipe "bateu na trave", porque perdeu o título na final contra o esquadrão do Boa Vista que, naquele ano, chegava ao sexto título do certame.
  No entanto, no ano seguinte a história foi diferente; com um time mais encorpado a equipe de Linha João Alves não tomou conhecimento de seus adversários e foi eliminando outras grandes equipes, inclusive o supertime do Linha na semifinal.
  Na final, outro grande time que também buscava o título inédito; Linha Sete.
  A equipe do Linha Sete era um timaço muito bem treinado pelo experiente Nilsomar Schroeder: Sono, Márcio, Pelé, Édson e Riva; Duda, Kiko, Élson e Alemão; Vini e Jefinho (Marquinhos).
  Porém, o time do Cruzeiro também era uma máquina: Geovane, Alfinete (Xandão), Jonas, Clóvis e Coquinho (Bingo); Maurício, Piá e Sérgio Rangel; Gelson (Isi), Clóvis Morsch e Silvinho. No banco, um técnico pragmático; Cláudio Baier.
  Após a vitória no primeiro jogo, o Cruzeiro tomou um susto ao perder a finalíssima no tempo normal. Mas, na prorrogação, com um gol de Maurício, o time de Linha João Alves conquistou o título inédito: campeão do Cinturão Verde em 1999.

Boa Vista, tetracampeão municipal em 1997: uma virada histórica.


   Uma das características mais marcantes do futebol amador é de que, a cada ano, surge um timaço ainda melhor do que aquele que, até então, era considerado "o melhor time já formado nos gramados do interior".
   O Boa Vista do ano de 1997 foi minunciosamente montado para ser "o grande time do futebol amador", desbancando o favoritismo de outros grandes times que vinham assombrando os adversários nos anos anteriores; o Castro Alves e o Linha Santa Cruz, que , na época contavam com alguns dos melhores atletas do futebol amador em seus quadros.
   No entanto, existe um velho ditado no futebol que diz o seguinte: " no papel é uma coisa, mas o que vale é dentro de campo". Assim, aquela equipe do Boa Vista que se sagraria tetracampeão municipal ( já havia conquistado o título em 1988/1989 e 1996) teria que provar dentro das quatro linhas que realmente era um time a ser respeitado.
  E foi justamente na final daquele certame que aquele timaço foi colocado à prova; no primeiro jogo, em uma partida perfeita, o Saraiva atropelou o esquadrão verde e branco aplicando uma humilhante goleada de 5x0.
  Vale lembrar que o Saraiva também era um timaço: Fernando, Jaime, Rafael, Pelé e Édson; Marquinhos, Paulo Lauxen e Luís; Elias, Neco (Fabiano) e Gersinho. No comando, o sempre competente Eroni Zappe.
  Nos dias que antecederam a grande finalíssima, muitos duvidaram da capacidade do Boa Vista em reverter o resultado, pois, para ficar com o título a equipe deveria ganhar no tempo normal e também na prorrogação.
  No entanto, ao analisar o time base daquela verdadeira seleção alviverde, o torcedor boavistense tinha certeza que a virada iria acontecer; Xuxa, Jair, Bolívar, Jaime e Luciano; Chicão (Vovô), Traíra e Zildo; Valdir, Aurélio e Itamar (Fabian). Uma verdadeira constelação de craques muito bem treinada por Helio Bohnen.
  E foi exatamente isto que aconteceu; com um show do veterano Itamar no tempo normal, o Boa Vista venceu por 2x1, e na prorrogação, com gols de Aurélio e Valdir, a seleção verde e branca conquistou o tetracampeonato. 
   Uma virada que entrou para a história do futebol amador de Santa Cruz....
   

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Grandes craques do amador: Rogério Wartchow, o xerife loiro.

  O futebol amador de Santa Cruz do Sul sempre foi destaque no Vale do Rio Pardo por uma característica muito peculiar:  é comum ver ex-atletas profissionais da dupla Ave-Cruz atuando em nossos campos, visto que a cidade é a única da região que tem duas equipes profissionais de futebol.
  Bolívar, Rogério Cabeça, Quinho, Eldor, Lúvio, Clóvis, Aurélio, Matheus Porto, Kiko, Everton Severo e Rogerinho são alguns dos vários atletas da dupla Ave-Cruz que atuaram e ainda atuam nos gramados do interior.
    Rogério Wartchow, o "xerife loiro", que atuou no Avenida  no final da década de 70 é um desses craques que fizeram história no nosso futebol amador.
   Zagueiro sério, estilo "xerifão", de boa estatura e com uma técnica excelente, Rogério conquistou grandes títulos por inúmeras equipes da região:

- 3 campeonatos do departamento de Sinimbu, 1 campeonato Boavistense, 1 Cinturão Verde, 1 municipal de Vera Cruz, 1 municipal de Sinimbu e 1 municipal de Santa Cruz, além de inúmeros títulos do Sesi.

 Conforme o próprio Rogério, a melhor equipe em que atuou foi o Irmãos Coragem, campeão municipal de Santa Cruz em 1993. 
  O time base era o seguinte: Erni, Carlos, Rogério Wartchow, Gilmar e Amarildo; Rogério Cabeça, Kiko Lau, Moco e Milton Vogt; Aurélio e Quinho. Este timaço desbancou na final ninguém menos que o grande Linha, que contava com Bolívar, Zildo, Marcos Rivelino, etc.
  Quanto ao time do coração no futebol amador, Rogério Wartchow prefere não escolher um em especial, pois, segundo ele, todas as equipes em que atuou marcaram sua vida; "foi através do futebol amador que fiz grandes amizades que cultivo até hoje".
  Sábias palavras de um craque que faz parte da história de nosso futebol amador....

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Do arco da velha: União de Quarta Linha Nova em 1990


   Um registro da equipe do União de Quarta Linha Nova que foi semifinalista do Cinturão Verde no ano de 1990.
  O time-base era o seguinte: Ivan, Nilseu, Gugu, Leonardo e Darci; Décio, Zezé e Beto (Albino); Isi, Nilson e Romeu.

Saraiva, vice-campeão municipal em 2005


   Um registro de outra grande equipe do Saraiva, de Linha Saraiva. Desta vez, a foto é do time vice-campeão municipal em 2005.
  Naquele ano, o técnico Luciano Muller mandava a campo o seguinte time-base: Vilson, Vantuir, Xuxa, Fernando e Neco; Marlon, Noé, Jairo Peiter e Maravilha (Sabiá); Rogerinho e Medeiros.
  Mais um timaço do nosso futebol amador...