sexta-feira, 31 de julho de 2015

Grandes equipes : Real da Várzea, campeão do Citadino em 1997


   Mais uma grande equipe que desfilou pelos gramados do futebol amador de Santa Cruz: Real da Várzea, campeão do Citadino em 1997.
  Em pé, da esquerda para a direita: ?, Fernando,Vilson,Patrola,Geovani,Bereta,Moco e Sérgio.             Agachados: Ari,Dimi,Beto,Coquinho,Márcio e Elias. Na final do Citadino, vitória por 1x0 sobre o São Cristóvão. O Real da Várzea ainda tinha em seu elenco Marcos Rivelino, Porquinho e Pires. 

Do Arco da velha : Saraiva, anos 80



Outra relíquia do "arco da velha": uma foto da equipe do Saraiva, de Monte Alverne nos anos 80. Aceito contribuições na escalação da equipe...

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Grandes craques do amador: Jair Mahl, o craque de uma família de "boleiros"


    Jair Mahl, ou Jairzinho, como é mais conhecido nos gramados do futebol amador de Santa Cruz , faz parte de uma família de jogadores. Jairzinho é irmão de Elstor, e primo dos irmãos Júlio, Jonas e Vilson, todos campeões nos gramados do interior, sobretudo em Monte Alverne, localidade onde nasceu.
   Craque de bola, atuando na ala direita ou no meio campo, e dono de uma técnica refinada, Jairzinho fez história no campeonato de Monte Alverne, certame que conquistou 8 vezes, alguns desses títulos foram pelo seu time do coração: São José.
   Aliás, o currículo de títulos conquistados por Jairzinho é impressionante: 8 títulos de Monte Alverne, 4 Cinturão Verde, 2 Regionais do Vale do Rio Pardo, 2 Lifasc, 1 Copa dos Campeões, 1 Copa Verde é Vida, 1 Municipal de Sinimbu, 1 Municipal de Lajeado, 1 Municipal de Boqueirão, 2 Municipais de Venâncio e 5 Municipais de Santa Cruz. Sem contar os inúmeros títulos conquistados jogando futsal, onde também fez história atuando na Assoeva e na Assaf....
   Para se ter uma ideia da qualidade desse cara, no ano de 1997, o técnico Hélio Bohnen do Boa Vista improvisou Jair na ala direita do time só pra não deixá-lo de fora da equipe que seria bicampeã municipal de Santa Cruz. Conforme o próprio Jairzinho aquele timaço foi a melhor equipe em que atuou no futebol amador: Xuxa, Jairzinho, Bolívar, Marquinhos e Luciano, Chicão, Vovô, Zildo e Itamar, Valdir ( Aurélio) e Fabian Bolívar.
   Uma máquina !!
   Depois, Jairzinho atuaria em um dos melhores times do São José, que também seria bicampeão municipal (2003/2004). Essa equipe foi uma outra constelação de craques do amador que contava com o goleiro Oneide, com  Élson, Vini e  o matador Alex, todos muito bem assistidos pelo maestro Jair Mahl.
    Desse modo, pelos grandes times em que atuou, pela ótima qualidade, e pelos inúmeros títulos que conquistou, Jairzinho é um jogador que faz parte da história do futebol amador de Santa Cruz do Sul.

Boa Vista, pentacampeão municipal em 1998: a supremacia de um timaço


   O campeonato municipal de 1998 consolidou aquele que é considerado o melhor clube da história do futebol amador de Santa Cruz do Sul: E.C. Boa Vista.
Naquele ano, o time verde e branco do 2º distrito conquistou o pentacampeonato municipal (88/89/96/97/98, ainda conquistaria o hexa em 2001) com um dos melhores times já formados no interior de Santa Cruz do Sul.
   O time base treinado pelo experiente técnico Hélio Bohnen era uma verdadeira seleção do futebol amador: Xuxa, Jair, Bolívar , Marquinhos e Luciano, Chicão,Vovô ( Paulinho Lauxen) e Traíra (Medeiros), Fabian , Valdir e Zildo (Sabiá). Aliando a experiência do velho Bolívar, ex-zagueiro do Grêmio e campeão paulista pela Inter de Limeira, do grande Chicão, ídolo do Guarani de Venâncio Aires, e de Vovô e Zildo, grandes craques do futebol amador, com a juventude de Jair, Medeiros, Sabiá e Traíra, além, é claro, do futuro "General Bolívar" (que na época era conhecido apenas por Fabian), essa equipe massacrou um a um seus adversários naquele ano.
   Na grande final, ganhou com facilidade de outro timaço: Juventude de Monte Alverne, equipe treinada pelo mestre Mário Trevisan. O Juventude tinha como equipe base um time experiente: Vilson Mahl, Vilson Peiter, Oli, Betinho e Ildo, Vanderlei, Enar, Neu e Alcindo, Fábio e Zé.
   No entanto, esse timaço não foi páreo para a seleção do Boa Vista: após um revés no jogo de ida, na grande final o time do 2º distrito goleou no tempo normal por 3x0 e fez 3x1 na prorrogação.
   Assim como a equipe de Nilsomar Schoreder e Euclides, bicampeã em 88 e 89, o Boa Vista daquele tricampeonato (96/97/98) confirmou a tradição de "bixo papão" do futebol amador santa-cruzense.
   E entrou para a história...

domingo, 26 de julho de 2015

Santo Antônio, Campeão Municipal em 1991: o time que não perdeu para ninguém.


   O Campeonato Municipal de futebol de Santa Cruz do Sul do ano de 1991 foi decidido num dos mais tradicionais campos de futebol da cidade que hoje, infelizmente, não existe mais: campo do Santo Antônio, na Vila Nova.
   Quem jogou futebol amador em Santa Cruz lá pelos anos 80 e 90 lembra das dificuldades de se jogar no velho campo da Vila Nova. Joguei lá algumas vezes, e lembro  que era comum "entrar no jogo" após os 10, 15 min. de partida, quando começava a me adaptar às pequenas dimensões e ao gramado duro daquele campo. Sem contar as dificuldades de enfrentar os bons times do Santo Antônio, ou do Industrial, que costumavam mandar seus jogos no "caldeirão da Vila Nova".
   O campeão municipal de 1991 soube aproveitar muito bem esse fator local para fazer uma campanha irretocável no campeonato daquele ano: título invicto após oito partidas.
   Na verdade, naquele ano de 1991, o Santo Antônio conquistou o Citadino e, na sequência, o Municipal sem perder um jogo sequer.
   No entanto, as conquistas daquela equipe não se resumiam apenas ao fator local. O time do Santo Antônio, campeão municipal de 1991 era uma máquina treinada pelo velho mestre Pelego: Hilário, Flávio Marajá, Roni, Miguel e Vunibaldo, Mirinho, Gilson e Manoel, Laurinho, Paulinho Schuster e Schera ( Rudi). Esse era o time que jogou a final do municipal daquele ano contra outro grande time: o Atlético de Linha Verão, treinado por Clóvis Jacobs, que escalou a seguinte equipe: Sérgio, Gaspar, Jonas, Nando e Joãozinho, Gassen, Airton e Vini, Nilson, Polaco e Enio.
   Dois grandes times que fizeram uma grande decisão.
   Para comprovar a qualidade daquele time do Santo Antônio, já na primeira partida da decisão, em Linha Verão, o velho time verde e branco arrancou uma vitória de 3x2 fora de casa.
   No jogo seguinte, numa partida muito disputada no "caldeirão da Vila Nova", um empate em 1x1 selou a campanha invicta daquele grande time.
   E foi assim, sem perder para ninguém naquele ano de 1991, que o Santo Antônio entrou para o seleto grupo dos campeões municipais de futebol de campo de Santa Cruz do Sul.
   E, também, para a história de nosso futebol amador.

Grandes times do SESI : Reynolds anos 80



   Mais uma relíquia de nosso "arco da velha": outra foto daquele timaço da Reynolds dos anos 80, campeã do SESI. 
Não lembro de todos, mas conheço alguns atletas....
 Em pé, da esquerda para a direita: Zé Rodrigues,Miguel,Vunibaldo,?,?,Lúvio,Coquinho,?,?,Hilário,Schera,Gilmar,?, e Pelego. Agachados,da esquerda para a direita:?,?,Beto, Dorico,Daizão,Paulinho Schuster, Marcos Rivelino,?,Polaco,Milico,?.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Craques do amador : Redondo, o malandro da cidade que conquistou o interior




   Conheço Redondo desde a infância. Esse cara, que hoje é um dos maiores craques da história do futebol amador de Santa Cruz do Sul, também começou lá na escolinha do FC Santa Cruz, sob o comando do velho mestre Zildo Froelich. Redondo era da minha categoria de idade na época do "seu Zildo", mas tive a sorte de não disputar posição com ele, pois eu era "meia direita", e Redondo jogava no ataque. 
   Somente quem fez parte daquela geração sabe o quanto era difícil disputar posição na famosa escolinha do velho Zildo. No entanto,  Redondo, com aquele jeitão de sambista malandro, sempre se destacou e foi artilheiro num ataque que tinha Fabian "Bolívar" e Jean, um alemãozinho que era "xarope" com a canhota. Esse era o ataque titular de um timaço que tínhamos naqueles tempos de criança: Chiquinho, Geovani, Jairo, Douglas e Lequinho; Cappelari, Dudu e Marcelinho Bodega; Fabian, Redondo e Jean.
   Depois daqueles tempos, lembro de ter enfrentado o Redondo em alguns jogos do amador e como sempre, era difícil pará-lo, pois essa fera sempre foi um jogador acima da média. Lá pelos anos 90 tivemos uma acirrada disputa no campeonato citadino entre o Boa Esperança, time em que eu jogava, e o Castro Alves, num primeiro momento, e o Cruzeiro do Bom Jesus, dois times em que o Redondo jogou. No primeiro ano, ainda pelo segundinho, lembro de um jogaço pelas semifinais, quando vencemos o Castro Alves. Mas no segundo ano, já pelos titulares, perdemos para um timaço do Cruzeiro que, segundo o próprio Redondo é seu time do coração e foi um dos melhores times em que já jogou: Betinho, Borges, Duda, Émerson e Miri; Tibirica, Chulé e Redondo; Moranga, Testa e Júnior. Uma máquina que se sagraria campeã do citadino ( acho que foi em 1998).
    Depois disso, Redondo foi descoberto por Mário Trevisan, um grande técnico e dirigente do Juventude de Monte Alverne, e, assim, literalmente "tomou conta" do futebol do interior de Santa Cruz.
     Além daquele título do Citadino, Redondo ganhou 5 campeonatos de Monte Alverne, 1 Municipal de Boqueirão, 3 municipais de Venâncio, 1 municipal de Vera Cruz,1 Regional e outros..
      É muito título !!!
     Essa trajetória vitoriosa faz desse cara, que é conhecido pela simplicidade e pela parceria, um dos mais vitoriosos jogadores da história dos campeonatos amadores de nossa região.
     Redondo tem uma técnica e habilidade diferenciada, agregada a uma grande visão de jogo, além, é claro, de um faro de gol impressionante, sem contar o fato de ser um jogador decisivo, pois em seu histórico constam alguns gols em decisões..
     Em suma, há anos esse malandro com jeitão de sambista carioca ( não é por acaso que já foi Mestre Sala nota 10 no Carnaval da Santinha), desfila pelos campos do interior demonstrando para várias comunidades seu ótimo futebol.
     Já está na história do futebol amador.....
      Esse é o Redondo.










quarta-feira, 24 de junho de 2015

Do arco da velha : Segundinho do Flamengo, final dos anos 80


   Time do Flamengo do Arroio Grande no final dos anos 80. Em pé, da esquerda para a direita: Jercei, Leontino,Devanir,Cláudio Lagarto, Éberton, Rocha, Zé Roberto, Sérgio, Zacarias, Júlio, seu Zé e Xande(menino). Agachados, da esquerda para a direita; Parede, Jorni, Pixita, Guinho Schimidt, Moco, Rabada, Serginho, Lói, Zé e Alemão.

Rio Pardinho campeão Municipal de 1992: a redenção de um time


   O título do campeonato municipal de Santa Cruz do Sul é uma conquista almejada por todos os times de futebol da cidade e do interior. Conseguir essa façanha não é pra qualquer um. Já vi grandes equipes sucumbirem exatamente na partida decisiva e nunca mais voltarem a decidir o título. 
  O time do Rio Pardinho em 1992 teve uma segunda chance após o trauma de perder em casa a final de 1990 para o Flamengo. Era a chance da redenção.
   A equipe contava com alguns remanescentes da decisão perdida para o Flamengo: Délcio, Amarildo, Luis Carlos, Ângelo e Marquinhos. Além desses, outro jogador que estava presente naquele jogo também fazia parte do elenco: Moco, o carrasco de 1990.
   No banco, não era mais o professor Zezinho, mas um grande técnico: Naldo Hintz, que montou um timaço para não deixar escapar o título: Rafael, Délcio, Amarildo, Ângelo e Luis; Rogério Cabeça, Édson Koeppe, Kiko e Luis Carlos (Ibanes); Moco e Marquinhos (Rivelino).
   E foi esse time que, na final diante do Pinheiral no estádio dos Plátanos, com um gol de Rivelino, conquistou o título tão sonhado:  Rio Pardinho 1x0 Pinheiral
   Assim, em 1992 o Campeonato Municipal foi ganho por um time que, além de conquistar o título, se tornou o redentor de um clube e de toda a comunidade de Rio pardinho.

sábado, 20 de junho de 2015

Do arco da velha : Gaúcho de Linha Vitorino Monteiro


  Uma foto do grande Gaúcho nos anos 80. Consegui identificar alguns jogadores: Oli ( 7º em pé, da esquerda para a direita), Nasário ( agachado, com a bola), Fuca ( ao lado de Nasário) e Alberto Heck ( último agachado, da esquerda para a direita). Esse time é a base da equipe Bicampeã do Departamento Monte Alverne, no final dos anos 80. Um timaço!!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Grandes times do SESI: Tabacos Brasileiros: mantendo a tradição das fumageiras.


   No início dos anos 90, com as fusões e reorganizações das indústrias fumageiras de Santa Cruz do Sul, surge um outro timaço: Tabacos Brasileiros.
   Essa equipe dominou o cenário dos campeonatos de futebol de campo do Sesi naquele período. 
   O time base era o seguinte: Sono, Frank, Gaspar, Canísio e Ângelo; Bolota, Claus (Vilson) e Índio (Ivan); Paulinho Schuster, Jorge Beltran (Porquinho) e André (Rivelino). 
  Assim, confirmando a tradição, surge outra seleção do futebol amador de Santa Cruz a serviço de uma fumageira no campeonato de futebol de campo do Sesi.
   Esse time que, a exemplo da Reynolds nos anos 80, também acabou conquistando o Sul-Brasileiro do Sesi tinha no comando técnico, outra fera: Clóvis Jacobs, o velho "Babão.
   

Do arco da velha : Industrial, anos 80


Contribuição do meu amigo Jair Rodrigues: Uma foto da equipe do Industrial nos anos 80. Consegui identificar o Manuelão (goleiro), o Davi (4º em pé, da esquerda para a direita), o Jair, ao lado do Davi e o Lauri ( o 3º agachado, da esquerda para a direita).

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Irmãos Coragem Campeão Municipal de 1993: um time valente


   Sempre gostei da equipe do Irmãos Coragem. Talvez, porque lembro de ver meu tio, Beto Menezes, atuando no meio campo do time nos anos oitenta. 
  Até acho que a primeira vez que saí da cidade para acompanhar um jogo no interior foi naquela época, quando o acompanhava até Linha Áustria, interior de Santa Cruz do Sul.
   Lembro de gostar do nome: Irmãos Coragem.
   Coisas de criança...
   E foi literalmente sem medo que a equipe do Irmãos Coragem conquistou o Campeonato Municipal em 1993!
  Naquele ano, o então presidente João Goerck conseguiu montar um grande time, que tinha como base a seguinte escalação: Erni, Palito, Gilmar, Rogério Wartchow e Astor; Rogério Cabeça, Kiko Lau (Valdir), Amarildo e Quinho (Bira) Moco e Aurélio Schwertz (Édio). Um timaço treinado por Clayton, que tinha como auxiliar o saudoso Clóvis Garcia "Caboja", que mais tarde se destacaria como técnico no campeonato Citadino.
   A "coragem" do time foi testada durante todo o campeonato, quando a equipe foi derrubando um a um os favoritos e, principalmente, na grande final, contra os "galáticos" do Linha Santa Cruz, que tinha em seu elenco grandes nomes do futebol santa-cruzense: Bolívar (pai), Kiko, Marcos Rivelino, Zildo, etc.
    Honrando o nome que tem, o Irmãos Coragem encarou a máquina do Linha de igual para igual, vencendo o primeiro jogo em Linha Áustria por 1x0 e, num jogo marcado por muita confusão e briga, arrancou um empate em 2x2 fora de casa para conquistar o inédito título de Campeão Municipal em 1993.
   Assim, no embate entre a técnica e a raça, quem escreveu seu nome na história do Campeonato Municipal de Santa Cruz foi o time que ainda hoje lembro com imenso carinho: Irmãos Coragem.
   

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Boca Júnior campeão Citadino em 2004: a união de velhos rivais


   O campeonato Citadino conquistado pelo Boca Júnior em 2004 foi meu último título no futebol amador. No ano seguinte fui morar em Santa Maria. 
   Escrever sobre aquela conquista é lembrar da mobilização do pessoal de dois bairros da cidade que antes daquele momento tinham certa rivalidade no futebol: Boa Esperança (atual Santa Vitória) e Faxinal Velho.
   Após alguns anos de disputas acirradas e algumas confusões, dirigentes dos dois bairros resolveram unir forças para montar uma equipe com atletas locais e alguns jogadores de outros bairros de Santa Cruz que fosse capaz de conquistar um título almejado há muito tempo pelos bairros da zona sul da cidade. 
   Assim, através dos esforços de Júlio Mello e Sílvio Barbosa ( Faxinal), e de Luis Carlos "Guinho" Guedes e outros ( Boa Esperança), foi montado um time forte para a disputa do certame.
    Lembro que aquela equipe do Boca Júnior conseguiu aliar raça e técnica de maneira primorosa, apresentando um ótimo futebol ao longo do campeonato. O time base era o seguinte: Jair, Spock, Cão, Rivelino e Pablo (Luis Fernando); Dudu, Daniel (Maninho), Cebolinha e Miltinho; Carlinhos e Luciano (Xande). Técnico: Júlio Mello. 
  Um grande time.
  Na final, vitória sobre o Bela Vista, outro bom time que foi montado por Erceu Ramos.
  Muita festa na zona sul da cidade....muita festa no Faxinal...muita festa na (antiga) Boa Esperança!!
   
   Objetivo alcançado.

  Assim, tenho a certeza de que não foi só a conquista do título que ficou na lembrança de todos nós.    Sei que, ainda hoje, quem participou daquele título recorda com orgulho de um time que, além de jogar futebol, conseguiu a proeza de promover o entendimento e a união de forças entre "velhos rivais" dos campos de Santa Cruz do Sul....


Do arco da velha : Rio Pardinho de 1982


Inaugurando a seção "Do arco da velha", o blog apresenta uma foto do Rio Pardinho do ano de 1982.
Confesso que só consegui identificar três atletas: Rogério Wartchow ( o 4º em pé, da esquerda para direita), Dorico ( o último em pé, da esquerda para a direita) e Nica, irmão de Dorico ( 4º agachado, da esquerda para a direita). Sem dúvida, um grande time do interior de Santa Cruz.